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  • 84% das pessoas escolhem pela experiência

    84% das pessoas escolhem pela experiência

    84% das pessoas escolhem uma marca pela experiência: sua loja está preparada?

    Preço importa. Localização importa. Variedade de produtos importa. Mas existe um fator que supera todos os outros na decisão de compra — e ele tem a ver com como o cliente se sente, não com o que ele encontra na gôndola.

    Uma pesquisa da SalesForce chegou a três conclusões que todo varejista precisa conhecer:

    • 84% das pessoas afirmam que a experiência é fator decisivo na hora de escolher onde comprar
    • 73% pagam mais por uma experiência considerada excelente
    • 64% recomendam uma empresa para amigos e familiares após uma experiência positiva

    Esses números mudam completamente a equação do varejo. Não se trata apenas de vender bem hoje — trata-se de construir uma base de clientes fiéis que pagam mais e ainda trazem novos consumidores gratuitamente.

    Experiência é o maior diferencial do físico sobre o digital

    O e-commerce bate o varejo físico em preço, conveniência e variedade na maioria das categorias. Tentar competir nesses atributos é uma batalha quase sempre perdida para lojas de pequeno e médio porte.

    Mas o digital tem um limite intransponível: não consegue criar experiências sensoriais reais. Não há atendimento humano genuíno, ambiente cuidadosamente pensado, possibilidade de tocar, experimentar ou sentir o produto. Essas são as cartas que o varejo físico tem na mão — e que poucos jogam bem.

    Por que a maioria das lojas não entrega boa experiência

    Não é por falta de intenção. O problema é estrutural: a maioria dos lojistas não sabe quem é o cliente que está entrando na loja.

    Uma pesquisa da Zebra Technologies revelou que mais de 80% das empresas varejistas não conhecem com precisão o perfil e a jornada dos seus clientes. Sem esse conhecimento, como criar uma experiência relevante? Como treinar a equipe para o público certo? Como organizar a loja de uma forma que faça sentido para quem a frequenta?

    A resposta é: não dá. Experiências excepcionais são personalizadas — e personalização exige dados.

    Do dado à experiência: o caminho prático

    Conhecer o perfil do visitante não é mais privilégio de grandes redes com departamentos de CRM sofisticados. Com tecnologia de visão computacional, é possível identificar de forma anônima características como faixa etária e gênero dos visitantes, entender quais perfis predominam em cada loja e em quais horários, e adaptar o atendimento, o layout e até a comunicação visual de acordo com essas informações.

    O resultado? Uma loja que parece ter sido feita para aquele cliente específico. E essa sensação — de ser reconhecido e bem atendido — é exatamente o que transforma visitantes ocasionais em clientes fiéis.


    O Flowix usa Inteligência Artificial para revelar quem são os visitantes da sua loja e como se comportam. Com esses dados, você cria experiências que convertem, fidelizam e geram recomendações. Conheça o Flowix e comece a usar a experiência como vantagem competitiva real.

  • O custo de aquisição digital subiu e agora

    O custo de aquisição digital subiu e agora

    O custo de aquisição digital subiu: o que isso significa para o varejo físico

    Nos últimos anos, muitos varejistas apostaram pesado no digital como alternativa ao declínio do movimento nas lojas físicas. A lógica fazia sentido: alcance maior, segmentação precisa, resultados mensuráveis. Mas algo mudou — e quem não percebeu está pagando caro por isso.

    O digital ficou mais caro

    O custo de aquisição de clientes no ambiente digital aumentou de forma expressiva. Mais anunciantes disputando os mesmos espaços, algoritmos menos favoráveis ao alcance orgânico e consumidores cada vez mais saturados de anúncios encareceram cada clique, cada lead, cada venda.

    Para grandes marketplaces com margens robustas e escala global, esse aumento é administrável. Para pequenos e médios varejistas, é um golpe direto na rentabilidade. A margem de erro nas campanhas de marketing caiu. Investir errado agora custa mais do que antes — e o retorno está cada vez menos garantido.

    Onde está a oportunidade

    Paradoxalmente, esse cenário cria uma janela de oportunidade para as lojas físicas. Enquanto todos disputam o mesmo consumidor no digital, o varejo presencial tem um ativo valioso que nenhum marketplace consegue replicar: a experiência física.

    Segundo a SalesForce, 84% das pessoas afirmam que a experiência é fator decisivo na decisão de compra. 73% declaram estar dispostas a pagar mais por uma experiência superior. E 64% recomendam uma empresa para outras pessoas após uma vivência positiva.

    Esses números revelam um caminho claro: a loja física que investe em experiência diferenciada não compete com o digital pelo mesmo terreno — ela joga em um campo onde o digital simplesmente não consegue entrar.

    Mas experiência não acontece por acaso

    O desafio é que experiências positivas não surgem do improviso. Elas exigem conhecimento sobre o cliente: quem é, o que valoriza, como se comporta dentro da loja, o que o encanta e o que o frustra.

    Sem essa informação, o varejista acaba investindo em iniciativas genéricas que não ressoam com ninguém — e desperdiça o principal diferencial que tem em mãos.

    A combinação de presença física com inteligência de dados é o que separa as lojas que crescem das que apenas sobrevivem. E essa inteligência, hoje, está mais acessível do que nunca.

    O varejo físico tem futuro — para quem se preparar

    A geração Z, que em breve representará a maior fatia do poder de consumo, demonstra um interesse crescente por experiências em lojas físicas. Não as lojas antiquadas e passivas de décadas atrás, mas espaços que surpreendem, personalizam e criam memórias.

    Quem souber usar os dados que já existem dentro da própria loja para criar essas experiências vai sair na frente — tanto dos concorrentes físicos quanto dos gigantes digitais.


    O Flowix ajuda varejistas a entender o comportamento real dos seus clientes usando as câmeras de segurança que já existem na loja. Com os dados certos, cada visita se torna uma oportunidade de conversão. Fale com nosso time e descubra como.

  • Por que as lojas físicas estão perdendo clientes

    Por que as lojas físicas estão perdendo clientes

    Por que as lojas físicas estão perdendo clientes — e o que fazer a respeito

    O varejo físico enfrenta um dos momentos mais desafiadores de sua história. A projeção de desaceleração econômica pressiona as margens, enquanto os marketplaces digitais avançam com preços menores, maior conveniência e uma variedade de produtos quase impossível de igualar. O resultado? Menos pessoas entrando nas lojas e mais lojistas em modo de sobrevivência.

    Mas o problema vai além da economia. Muitas lojas físicas ainda operam como operavam no século passado: abrem as portas e esperam o cliente entrar. Essa postura passiva era suficiente quando a concorrência era a loja da esquina. Hoje, ela é suficiente para fechar.

    O que mudou

    A conveniência digital não é mais um diferencial — é uma expectativa. O consumidor moderno pesquisa online, compara preços em segundos e recebe o produto em casa no dia seguinte. Para entrar em uma loja física, ele precisa de uma razão. E essa razão quase sempre se resume a uma palavra: experiência.

    O problema é que a maioria das lojas físicas não entrega isso de forma consistente. Não porque não queiram, mas porque não sabem. Não têm dados. Não conhecem seus clientes. Não sabem quem entrou, quem saiu sem comprar, o que chamou atenção ou o que afastou.

    O custo de não saber

    Segundo a Qualtrics, experiências ruins e oportunidades perdidas não percebidas acumulam 4 trilhões de dólares em perdas anuais no varejo global. É dinheiro que existia, estava ao alcance, mas escorregou pelos dedos por falta de informação.

    E a pesquisa da Zebra Technologies reforça o diagnóstico: mais de 80% das empresas varejistas não conhecem com precisão o perfil e a jornada dos próprios clientes. As decisões acabam sendo empíricas, baseadas em intuição — o que aumenta significativamente a chance de errar.

    O que os melhores varejistas estão fazendo diferente

    Lojas que crescem mesmo em momentos difíceis têm algo em comum: tomam decisões baseadas em dados reais sobre o comportamento dos seus clientes. Elas sabem quantas pessoas passaram em frente à loja, quantas entraram, qual o perfil predominante de visitantes, quais áreas da loja atraem mais atenção e qual o índice real de conversão.

    Com essas informações, é possível ajustar a vitrine, treinar a equipe, reorganizar os produtos e criar campanhas que fazem sentido para quem realmente frequenta aquela loja — não para um cliente imaginário.

    A boa notícia é que essas informações não exigem grandes investimentos em infraestrutura. Com a tecnologia certa, as câmeras de segurança que a maioria das lojas já possui se tornam uma fonte rica de inteligência sobre o negócio.


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